Participando do encontro de mídias católicas, em Curitiba, na manhã da quinta-feira, 2 de dezembro, o presidente da Comissão Episcopal para a Cultura, Educação e Comunicação, e Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, em entrevista para a Rádio Canção Nova, falou sobre a importância da Signis-Br.
As assembleias acontecem até hoje, 3 de dezembro, e visam a criação da Associação Católica para a Comunicação no Brasil (Signis-Br), organismo de integração de todas as mídias de comunicação da Igreja Católica brasileira. Segundo Dom Orani, a SIGNIS- Brasil entra no lugar da antiga UNDA e está ligada ao Pontifício Conselho.- "Estamos em um momento muito importante para as mídias católicas. Atualmente, no mundo, temos a SIGNIS Mundial, que é ligada ao Pontifício Conselho das Comunicações Sociais e no Brasil estava faltando essa filial", destacou.
Na ocasião será votado o novo estatuto e a nova diretoria da SIGNIS Brasil. Os novos membros terão a incumbência de abrir os caminhos para novas criações de mídias católicas. Diferentemente do órgão mundial, a SIGNIS Brasil tentará se aproximar dos moldes brasileiros e será dividida em departamentos como: cinema, TV, rádio e internet.
Através do surgimento de novos filmes com temáticas católicas, o cinema passou a se tornar um novo meio de evangelização. Para Dom Orani, a expectativa é de que, com a criação da SIGNIS, aumente o número de interessados em produções nesse ramo.
- "É interessante que o cinema é o carro chefe da SIGNIS mundial e do Pontifício Conselho, com os festivais de cinema, com uma das mais antigas revistas de cinema da Europa e também como motivação para filmes ligados a valores católicos e ao evangelho. No Brasil é diferente. Mas acredito que com a criação da SIGNIS Brasil o campo vai crescer", afirmou.
Fonte: Portal da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro
Liturgia Diária
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A arquidiocese e a prefeitura do Rio de Janeiro inauguraram, no sábado, 13, uma estátua de Dom Helder Câmara no Largo de Pilares. A homenagem é uma extensão das comemorações do centenário de seu nascimento, celebrado no ano passado. Dom Helder exerceu seu ministério por 28 anos na capital fluminense. Ele faleceu em 1999, como arcebispo emérito de Recife e Olinda, e ficou conhecido em todo o mundo por suas ações em favor dos pobres e como defensor dos direitos humanos.